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  • Eclipse lunar: fenômeno da Lua avermelhada será visível no Brasil

    Eclipse lunar: fenômeno da Lua avermelhada será visível no Brasil

    Eclipse lunar: fenômeno da Lua avermelhada será visível no Brasil

    Eclipse lunar: fenômeno da Lua avermelhada será visível no Brasil

    Além do nosso país, outros pontos da América do Sul, América do Norte, África e Europa também terão a oportunidade de visualizar o eclipse

    Eclipse lunar: um fenômeno parcial está previsto para ocorrer na madrugada de 28 de agosto;

    Visibilidade: o evento poderá ser observado a olho nu em todo o Brasil, com início às 23h30 e auge logo após a 1h da manhã;

    Outros eventos: a Lua cheia do Esturjão coincide com o eclipse, e uma conjunção entre a Lua e Saturno ocorrerá entre 30 e 31 de agosto.

    Para fechar o mês de agosto com chave de ouro, na madrugada do dia 27 (quinta-feira) para o dia 28 (sexta-feira) está previsto um eclipse lunar parcial. O fenômeno que envolve a Terra, o Sol e a Lua será visível no Brasil e poderá ser observado a olho nu, sem auxílio de instrumentos ópticos, como telescópios ou binóculos.

    Além do nosso país, outros pontos da América do Sul, América do Norte, África e Europa também terão a oportunidade de visualizar o evento astronômico.

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    Ciência Eclipse solar desta quarta-feira (12/8) chega ao fim; veja imagens

    Eclipse solar desta quarta-feira (12/8) chega ao fim; veja imagens

    O fenômeno ocorre quando a Terra se posiciona entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre parte do disco lunar. Marcado para o fim de agosto, o evento deve começar por volta das 23h30, atingindo seu auge pouco depois da 1h da manhã. O término ocorrerá perto das 3h.

    No caso de eclipses lunares totais, a luz que atinge a superfície da Lua é filtrada pela nossa atmosfera. Como resultado, o brilho refletido fica avermelhado, gerando a chamada “Lua de Sangue”. Porém, no fenômeno previsto para o dia 28, a Lua não ficará totalmente vermelha, pois o evento será parcial. Por outro lado, estima-se que 95% do disco lunar ficarão em tom quente.

  • Itália usa filhotes de polvo para conter invasão de siris-azuis

    Itália usa filhotes de polvo para conter invasão de siris-azuis

    Itália usa filhotes de polvo para conter invasão de siris-azuis

    Itália usa filhotes de polvo para conter invasão de siris-azuis

    A ação lançada no ano passado já liberou cerca de 80 mil filhotes dos polvos, que agem na natureza como predadores do crustáceo

    Estratégia de controle: cientistas italianos soltam polvos-comuns para conter o crescimento de caranguejos-azuis na região da Emília-Romanha;

    Execução do projeto: a iniciativa é comandada pela Universidade de Bolonha e já liberou cerca de 80 mil filhotes de polvo, com previsão de chegar a 160 mil até o fim de agosto;

    Desafios da ação: pesquisadores analisam o uso de outros animais, pois o habitat dos caranguejos não coincide com o preferido pelos polvos.

    Cientistas italianos resolveram adotar uma estratégia curiosa para conter o crescimento desenfreado de siris-azuis (Callinectes sapidus) nas águas da Emília-Romanha, uma região do país: a soltura de polvos-comuns no local. A ação lançada no ano passado já liberou cerca de 80 mil filhotes dos moluscos, que agem na natureza como predadores do crustáceo.

    A iniciativa é financiada com recursos da região da Emília-Romanha e comandada por pesquisadores da Universidade de Bolonha. Ela foi lançada devido aos prejuízos milionários causados pelos caranguejos, que têm prejudicado a pesca e a produção de mariscos.

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  • Bicho misterioso aparece no TikTok e cientistas descobrem nova espécie

    Bicho misterioso aparece no TikTok e cientistas descobrem nova espécie

    Bicho misterioso aparece no TikTok e cientistas descobrem nova espécie

    Bicho misterioso aparece no TikTok e cientistas descobrem nova espécie

    Animal de cerca de quatro centímetros representa um novo gênero e uma nova espécie. É o primeiro peixe subterrâneo da Bacia do Ganges

    Descoberta de espécie: pesquisadores identificaram o Gangaichthys indonepalicus, um novo gênero e espécie de peixe subterrâneo encontrado em Bihar, na Índia;

    Origem da investigação: o estudo, publicado em 11 de agosto na revista ZooKeys, teve início após a visualização de um vídeo no TikTok;

    Características físicas: o animal possui quatro centímetros, corpo translúcido sem pigmentação, olhos reduzidos e ausência de costelas.

    Um vídeo publicado no TikTok levou pesquisadores à descoberta de um pequeno peixe subterrâneo até então desconhecido pela ciência. Encontrado no estado de Bihar, no norte da Índia, perto da fronteira com o Nepal, o animal representa um novo gênero e uma nova espécie da família Chaudhuriidae, grupo conhecido como enguias-minhoca.

    Batizado de Gangaichthys indonepalicus, o peixe tem cerca de quatro centímetros, corpo sem pigmentação e translúcido e olhos reduzidos cobertos pela pele. A descoberta foi descrita em estudo publicado em 11 de agosto na revista científica ZooKeys.

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    A investigação começou em 2024, depois que os cientistas encontraram no TikTok um vídeo que mostrava um pequeno peixe incomum saindo da água de um poço tubular. O registro havia sido feito em uma área próxima à fronteira entre Índia e Nepal.

  • Coroa-de-cristo: planta comum pode causar lesões nos olhos e cegueira

    Coroa-de-cristo: planta comum pode causar lesões nos olhos e cegueira

    Coroa-de-cristo: planta comum pode causar lesões nos olhos e cegueira

    Coroa-de-cristo: planta comum pode causar lesões nos olhos e cegueira

    A coroa-de-cristo é muito usada em jardins e ruas, mas contato com a seiva pode causar queimaduras e danos à visão

    Riscos da planta: a coroa-de-cristo, ou Euphorbia milii, possui espinhos e uma seiva leitosa que provoca irritações na pele, mucosas e lesões oculares;

    Perigo aos olhos: a pesquisadora Ana Flavia Alvarenga Bitencourt alerta que o contato com a seiva pode causar ceratouveíte e risco de cegueira permanente;

    Cuidados necessários: especialistas recomendam o uso de luvas e proteção ocular no manuseio, além de lavar a área atingida com água e buscar atendimento médico imediato.

    É comum encontrar plantas ornamentais em calçadas, jardins e cercas vivas que chamam atenção pelas cores. Nem todas, porém, são inofensivas. A coroa-de-cristo, bastante usada no paisagismo urbano, pode provocar irritações na pele e até lesões graves nos olhos.

    Conhecida cientificamente como Euphorbia milii, a espécie tem espinhos e produz uma seiva leitosa com substâncias irritantes. O contato direto com o líquido pode afetar a pele, mucosas e, em casos mais graves, comprometer a visão.

    A coroa-de-cristo já foi mais comum no Brasil, especialmente nas décadas de 1980 e 1990, quando era amplamente utilizada como cerca-viva. Segundo o biólogo e botânico Guilherme Bordignon Ceolin, professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o cultivo diminuiu, mas a planta segue presente.

    “A coroa-de-cristo é uma planta ornamental relativamente comum no Brasil. Ela era usada por ser resistente e ter muitos espinhos, o que ajudava na proteção de muros”, explica.

    Hoje, ela aparece com mais frequência em vasos e pequenos jardins, sobretudo em áreas urbanas.

    Apesar do aspecto decorativo, a planta exige cuidado. Além dos espinhos, que podem causar ferimentos, a seiva é o principal motivo de preocupação.

    “O látex da planta pode causar reações na pele, com vermelhidão, coceira e até bolhas, dependendo da sensibilidade da pessoa”, diz Ceolin. Ele acrescenta que a exposição ao sol após o contato pode agravar a irritação e provocar queimaduras.

    Se a substância atingir a boca ou for ingerida, pode causar náuseas, vômitos e outros sintomas gastrointestinais.

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  • Sangue humano pode ter sido usado em pintura rupestre de 2 mil anos

    Sangue humano pode ter sido usado em pintura rupestre de 2 mil anos

    Sangue humano pode ter sido usado em pintura rupestre de 2 mil anos

    Sangue humano pode ter sido usado em pintura rupestre de 2 mil anos

    Pesquisadores encontraram proteínas associadas a sangue humano e animal no material que ajudava a prender o pigmento vermelho nas rochas

    Pinturas rupestres na China: pesquisadores indicam que sangue humano e animal foram usados para fixar pigmentos em artes feitas há mais de dois mil anos em Huashan;

    Técnica de conservação: proteínas do sangue criaram uma camada compacta sobre o calcário, ajudando a preservar as imagens mesmo sob condições climáticas intensas;

    Origem dos pigmentos: o vermelho provinha de argila rica em hematita, enquanto a mistura de fixação continha cal, fosfato de cálcio e sangue;

    Estudo científico: publicado em 23 de julho no Journal of Archaeological Science, a análise não permitiu identificar a origem exata do material genético.

    Pinturas rupestres feitas há mais de dois mil anos no sul da China podem ter sido produzidas com a utilização de sangue humano e animal. Pesquisadores encontraram proteínas associadas ao sangue em uma camada usada para fixar o pigmento vermelho às paredes de calcário.

    O estudo, publicado em 23 de julho no Journal of Archaeological Science, analisou pinturas de Huashan, na região autônoma de Guangxi, na China. A descoberta ajuda a explicar por que as imagens permaneceram preservadas durante séculos em uma área quente, úmida e atingida por chuvas intensas.

    O sangue, porém, não era responsável pela cor vermelha. Segundo as análises, o pigmento vinha principalmente de argila rica em hematita, mineral que contém ferro. O sangue fazia parte de uma mistura aplicada entre a rocha e o pigmento, funcionando como material de ligação.

    As obras integram a paisagem cultural de arte rupestre de Zuojiang Huashan, reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco em 2016. O conjunto reúne mais de 80 sítios distribuídos ao longo de aproximadamente 260 quilômetros no vale do rio Zuojiang.

    As pinturas mostram principalmente figuras humanas, animais e objetos. A produção é associada aos Luoyue, povos que viveram na região entre o século V a.C. e o século II d.C.

    Para descobrir quais materiais foram empregados, os pesquisadores analisaram fragmentos que já haviam se desprendido naturalmente das rochas em três sítios: Gaoshan, Daningshan e Tunpingshan.

    As análises mostraram três partes principais: a parede de calcário, uma fina camada usada para fixação e, por cima, o pigmento vermelho. A camada intermediária continha carbonato de cálcio, fosfato de cálcio e proteínas relacionadas ao sangue.

    A partir dos resultados, os cientistas reconstruíram uma possível técnica usada pelos antigos artistas. Segundo eles, uma mistura de cal, fosfato de cálcio e sangue teria sido aplicada sobre o calcário. Depois, o pigmento de argila vermelha era colocado por cima.

    As proteínas do sangue teriam ajudado na formação de uma estrutura mineral compacta, capaz de manter as partículas de hematita presas à parede. Segundo os pesquisadores, a técnica pode ter contribuído para a conservação das imagens por mais de dois mil anos.

  • Cientistas derretem diamante para entender interior de outros planetas

    Cientistas derretem diamante para entender interior de outros planetas

    Cientistas derretem diamante para entender interior de outros planetas

    Cientistas derretem diamante para entender interior de outros planetas

    Experimento submeteu o diamante a uma pressão extrema e descobriu que sua estrutura resiste até o início da fusão

    Resistência do diamante: a estrutura cristalina do material permaneceu presente sob pressão próxima de um terapascal;

    Ausência de fase BC8: pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Livermore não encontraram a transformação esperada em estudos teóricos;

    Processo de fusão: o derretimento ocorreu perto de 7.300 K, cerca de 7.027 °C, com queda leve da temperatura conforme a pressão aumentava;

    Publicação científica: o estudo foi publicado em 13 de agosto na revista Nature Physics.

    Cientistas conseguiram acompanhar o derretimento de diamantes submetidos a condições extremas e encontraram um resultado inesperado: mesmo sob uma pressão próxima de um terapascal (TPa), a estrutura cristalina característica do material permaneceu presente até o início da fusão.

    A descoberta contraria previsões de que, sob tamanha pressão, o carbono deveria assumir antes outra estrutura cristalina, chamada BC8. O estudo, liderado por físicos do Laboratório Nacional Lawrence Livermore (LLNL), nos Estados Unidos, foi publicado em 13 de agosto na revista Nature Physics.

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  • Tubarões podem ajudar cientistas a prever força de furacões

    Tubarões podem ajudar cientistas a prever força de furacões

    Tubarões podem ajudar cientistas a prever força de furacões

    Tubarões podem ajudar cientistas a prever força de furacões

    Sensores instalados nos animais podem ampliar a coleta de dados sobre o oceano e contribuir para estimativas sobre furacões

    Uso científico de tubarões: pesquisadores da Universidade de Delaware estudam usar tubarões como plataformas móveis para monitorar oceanos;

    Coleta de dados oceânicos: sensores instalados nos animais registrariam temperatura, condutividade e profundidade para ajudar a prever a intensidade de furacões;

    Eficiência e custo: estudo publicado no ICES Journal of Marine Science estima que a tecnologia forneceria três vezes mais dados por 15% do custo de robôs submarinos;

    Limitações da tecnologia: o método seria um complemento a sistemas tradicionais, já que não é possível direcionar os animais.

    Tubarões podem se tornar aliados inesperados na previsão da intensidade de furacões. Pesquisadores estudam usar os animais como plataformas móveis de observação, equipadas com sensores que coletam informações enquanto eles percorrem o oceano.

    A possibilidade foi analisada em estudo publicado no ICES Journal of Marine Science, com pesquisadores da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos. Os cientistas avaliaram dados históricos de rastreamento por satélite de 11 espécies de tubarões nos oceanos Atlântico e Pacífico.

    A proposta não é fazer com que os animais prevejam diretamente um furacão. Sensores instalados neles podem registrar temperatura, condutividade e profundidade da água, fornecendo informações de regiões difíceis de monitorar.

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  • Águas-vivas desligam reator nuclear pelo segundo ano seguido na França

    Águas-vivas desligam reator nuclear pelo segundo ano seguido na França

    Águas-vivas desligam reator nuclear pelo segundo ano seguido na França

    Águas-vivas desligam reator nuclear pelo segundo ano seguido na França

    Grupo atingiu sistema de captação de água da central de Gravelines, na França. Operadora afirma que episódio não trouxe risco à segurança

    Interrupção em usina: grupo de águas-vivas paralisou três dos seis reatores da usina nuclear de Gravelines, na França;

    Medida preventiva: a EDF reduziu a produção do reator um e desligou outras unidades após o acúmulo de animais no sistema de captação de água;

    Segurança mantida: a operadora afirmou que o fenômeno não ofereceu riscos ao meio ambiente, aos trabalhadores ou às instalações;

    Histórico recente: o episódio ocorreu quase um ano após a central enfrentar situação similar, entre 10 e 11 de agosto de 2025.

    Um bando de águas-vivas voltou a interromper a produção da usina nuclear de Gravelines, no norte da França, praticamente um ano depois de um episódio semelhante atingir a mesma central.

    Três dos seis reatores da unidade foram temporariamente desligados após uma grande quantidade de animais chegar ao sistema responsável pela captação de água do mar.

    O reator 1 teve a produção reduzida pela metade como precaução, enquanto o cinco já estava parado para manutenção. O seis continuou funcionando. Em comunicado ao Greenpeace, a EDF, responsável pela central, afirma que o episódio não representou risco para a segurança das instalações, dos trabalhadores ou do meio ambiente.

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  • Pedras de 1,5 mil anos denunciam caso de corrupção no Império Romano

    Pedras de 1,5 mil anos denunciam caso de corrupção no Império Romano

    Pedras de 1,5 mil anos denunciam caso de corrupção no Império Romano

    Pedras de 1,5 mil anos denunciam caso de corrupção no Império Romano

    Primeiramente, pesquisadores acreditavam que inscrição era um poema fúnebre. Após análise, descobriram relato de corrupção no Império Romano

    Achado na Turquia: arqueólogos encontraram, em 2024, uma inscrição em pedra do ano 480 sobre uma decisão judicial por corrupção;

    Estudo de universidade: a pesquisa da Universidade de Varsóvia revelou abusos fiscais nas propriedades de Placídia, filha de Valentiniano III;

    Fraude e punição: funcionários embolsavam impostos e foram ameaçados com pena de morte, mas cientistas acreditam que o caso acabou sem óbitos.

    Em 2024, arqueólogos encontraram fragmentos de uma frase escrita em pedra na Turquia — a mensagem datava do ano 480. Porém, o que inicialmente mostrava um possível poema fúnebre se mostrou uma decisão judicial que condenava três pessoas por corrupção. O achado foi divulgado na última semana por pesquisadores da Universidade de Varsóvia, na Polônia.

    Para desvendar a mensagem, os cientistas analisaram imagens das inscrições e colocaram o que era possível desvendar em um banco de dados digital. O programa compara as fotografias com outros documentos conhecidos pela ciência para encontrar semelhanças.

    “A maior parte deste texto já era conhecida graças a várias cópias que foram preservadas tanto em Stratonicea, de onde provêm os nossos novos fragmentos, como em outras duas cidades: Mylas e Keramos”, explica o professor Paweł Nowakowski, responsável pelo estudo.

    Os pesquisadores compararam os fragmentos novamente com os de outras cidades próximas, e descobriram que eles faziam parte de uma decisão judicial emitida em 480. O texto documenta abusos fiscais e corrupção nas propriedades de Placídia, filha do imperador romano Valentiniano III.

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    “Os funcionários designados para a cobrança de impostos naquela região adotavam práticas muito questionáveis, emitiam certificados de pagamento de impostos (em dinheiro e em espécie) sem especificar o valor ou a unidade de medida do imposto pago”, conta Nowakowski.

  • Eclipse solar desta quarta-feira (12/8) chega ao fim; veja imagens

    Eclipse solar desta quarta-feira (12/8) chega ao fim; veja imagens

    Eclipse solar desta quarta-feira (12/8) chega ao fim; veja imagens

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    O fenômeno raro começou em fase parcial, aparecendo em áreas da Rússia. Seu ponto final ocorreu por volta das 16h57, horário de Brasília

    O eclipse solar desta quarta-feira (12/8) foi visível para quase 15,2 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo estimativa do site Time and Date.

    Ele pôde ser visto de forma total no extremo norte da Rússia, na Groenlândia, na costa oeste da Islândia, no norte e leste da Espanha e em uma pequena área no extremo nordeste de Portugal.

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    No restante da Europa, em parte da América do Norte e no noroeste do continente africano, ele foi visto parcialmente.

    O eclipse total terminou oficialmente por volta das 16h57, no horário de Brasília, quando a Lua deixou de encobrir o Sol.

    Eclipse total desta quarta-feira 12, em San Millán de los Caballeros, Espanha

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